terça-feira, 24 de março de 2009

ENQUANTO DURMO


A chuva que cai la fora,
vai caíndo devagar.
mas eu ja me vou embora,
pois não quero ver-te chegar.



Quando estas junto a mim,
desatas logo a chorar,
E para mim foi o fim,
por não saber.



Quanto te via na Rua,
Nem quis acreditar...
Estavas a falar com a lua,
E a meditar com o mar!



Depois de tudo o sonhei
começei logo a chorar.
Foi tão bom, sim, eu si,
Foi pena ter de acordar!
desconhecido

4 comentários:

Sónia Alexandra disse...

Lindo amiga...ler as tuas palavras faz-nos sentir tranquilas. jinhosssssss

Anónimo disse...

Profundo...Não só o poema como o sentimento que te levou a coloca-lo aqui...Sonho, que seria de "NÓS" sem ele...

BalDocas disse...

Sonia,

Obrigada, por vezes é bom escrever-mos. Este por acaso não é meu, mas tenho alguns..
Beijocas

BalDocas disse...

Anónimo,

Gosto de coisa profundas ... e gostei deste que alguém escreveu...
Beijocas